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  • Revista EiS

Musa, mãe, mulher.....Mylla


Foto: Arquivo pessoal

Saiba tudo sobre a musa, mulher, vascaína, mãe e esposa, Mylla Ribeiro, em um entrevista para lá de especial.

EiS - Você vive em um mundo de lindas mulheres e muita vaidade. Como uma legítima Taurina que és, como que você encara esse mundo de muitas fofocas e intrigas?

Mylla - Esse tema é complicado porque sabemos que existem pessoas que são muito vaidosas. Já fui rainha, já fui musa, seria passista, sairia em uma ala, sairia no carro, sem problema algum. Quando você tem amor pelo que faz, as coisas dão certo, independente do cargo que você ocupa. Eu já sofri muita intriga, muita fofoca, mas procuro não me manifestar muito, porque eu não gosto de dar "corda" para coisas negativas e isso para mim é uma coisa super negativa. Eu sou uma pessoa super simpática, procuro estar bem com todo mundo para que não haja isso, mas sempre acontece. A sua estrela sempre vai ofuscar a estrela de outra pessoa. Mas eu me dou super bem com isso e torço para que isso acabe, porque tem espaço para todo mundo brilhar.

EiS - Muitas vezes no mudo do carnaval, as belas mulheres que encantam nos seus desfiles, não têm oportunidades de falar do seu dia-a-dia; fala um pouco de como é a Mylla Ribeiro, vascaína, dona de casa e mãe?

Mylla - Meu dia é sempre corrido, personal trainer, mãe de dois filhos, que procuro sempre estar junto. Eu cuido de mim, do meu corpo, malho todos os dias, dou aula na academia, ponho meus filhos na escola, faço dever com eles, aquele papel de mãe presente. Sou loucamente apaixonada pelo Vasco da Gama, sempre quando tem jogos, estou presente, não falto a nenhum jogo em São Januário, é amor incondicional e fui eleita pela minha torcida como a musa deles e eu sou muito feliz por isso.

EiS - Hoje em dia ainda existe muito preconceito para com as mulheres, que desfilam no carnaval carioca, exibindo seus corpos semi nus? Você já passou por isso?

Mylla - Então, o preconceito está em todos os lugares, principalmente no carnaval. Eu acho que as pessoas tinham que pensar um pouco, porque ali no carnaval você está de biquíni com pedras. Existem pessoas que julgam muito e esquecem de ver a beleza como um todo e julga somente aquilo. Acho que o preconceito existe sim, sempre existiu e eu graças à Deus, não sofri nenhum tipo de preconceito em relação a isso, sempre desfilei com as minhas roupas e ninguém nunca comentou nada de pejorativo, pelo menos que eu saiba. Mas acho que as pessoas tem que parar com esse preconceito bobo e o preconceito tem que acabar de modo geral, seja no carnaval, na cor da pele e opção sexual. E digo que o preconceito está na cabeça de cada um e eu espero nunca sofrer qualquer tipo de preconceito.

EiS - Depois de dezesseis anos, Paraíso do Tuiuti retorna ao grupo especial do carnaval carioca. Você que acompanha de perto, o dia-a-dia da escola, pode dizer que voltou para ficar?

Mylla - Ela pretende ficar no grupo especial sim, porque estamos fazendo de tudo e o presidente está lutando todos os dias para isso. Sabemos que para manter uma escola no grupo especial tem que ter muito investimento e força de vontade, para uma conquista tão especial. A Tuiuti promete vir para o carnaval de 2017, belíssima, falando do enredo da Tropicália, que é um enredo que vai levar bastante cores na avenida e vamos mostrar que viemos para ficar. Mostraremos nossa garra e força que vem do Bairro de São Cristóvão, bairro que tenho um carinho ainda mais especial, por ser a casa de meu Vascão.


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