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Um dedo de prosa com carnavalesco Leandro Valente da Tradição

27.07.2016

                                                          

                                                 Foto: Arquivo pessoal

 

Carnavalesco Leandro Valente, troca um dedo de prosa com Revista explosão in samba. confira que você vai curtir.

 

 

EiS - Para você que é carnavalesco, encomendar samba é a melhor opção para as escolas de acesso, hoje em dia?

 

Leandro - Como artista preciso de uma trilha sonora para dar ritmo a minha arte. Um hino que defenda meu enredo com início, meio e fim, passando para os jurados o conceito do nosso projeto.

A decisão de ser encomendado ou não é administrativa e eu aceito as decisões de minha direção e presidência e apoio as escolhas que são feitas, para que juntos tenhamos o melhor resultado.

 

EiS - O que você acha que ficou faltando para que a Tradição conquistasse o campeonato do grupo B de 2016?

 

Leandro - A Tradição fez uma merecida homenagem ao partido alto de Clementina de Jesus e por apenas dois décimos não fomos campeões. Me sinto honrado com o vice campeonato e tenho a sensação de dever cumprido junto a minha presidente Raphaela Nascimento. Foi um grande carnaval e a Sossego fez um lindo carnaval, merecendo ser campeã e ir para a série A.

 

EiS - Você tem preferência por desenvolver enredos autorais ou patrocinados?

 

Leandro - Em todas as escolas  que passei, Porto da Pedra, Imperatriz Dona Leopoldina, Bambas da Alegria e Tradição, sempre foram enredos autorais; tive a honra de sempre desenvolver enredos de minha autoria. Não posso avaliar a diferença de algo patrocinado ou proposto pela agremiação, porém acredito que o autoral nos permite mais possibilidades de voar e criar no universo da arte e dos caminhos conceituais de cada projeto.

 

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