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Mascote da Beija-Flor, Guilherme Galante, esteve entre a cruz e a espada durante apuração

19.02.2018

                                  Guilherme Galante, mascote da Beija-Flor, que desfilou no carro de som da escola

 

 

Durante a apuração das escolas de samba do grupo Especial, quando o último quesito era julgado, um fato inusitado acontecia. Guilherme Galante, o mascote da Beija-Flor de Nilópolis, que durante o desfile encantou à todos no carro de som da escola com sua simpatia e carisma, vibrava a cada nota dez da escola. Porém no último quesito, que julgava samba enredo, para que sua Beija-Flor fosse campeã, ele precisava torcer para que o samba do Salgueiro, cujo um dos compositores é seu pai, não conseguisse a nota máxima. Guilherme confessou que nesse momento ficou bastante dividido. Esse fato curioso e inusitado nos levou a buscar o sentimento do compositor Renato Galante naquele momento da apuração:

 

 

"Como Salgueirense torci muito para minha escola, mas não deu. O carnaval é uma festa e posteriormente fiquei feliz pela minha esposa e meu filho, que são torceores da Beija-Flor." Disse Renato.

 

Renato Galante e Guilherme, com o troféu do samba campeão no Salgueiro - Foto: Redes sociais

 

 

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