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Marcelo Gonçalves, presidente de honra da Unidos da Ponte, conta os segredos que levaram a escola de volta à Sapucaí

23.02.2018

                               Marcelo Gonçalves, presidente de honra da Unidos da Ponte - Foto: Revista EiS

 

Após 12 anos fora da Sapucaí e 33 anos sem título, a Unidos da Ponte vence o grupo B e estará novamente na passarela do samba em 2019. Agremiação do município de São João de Meriti, que esteve por vários anos no grupo de elite das escolas de samba nos anos 80, passou por longo  tempo de penúria, mas vem se reerguendo nos últimos anos e uma das figuras mais importantes para essa recuperação da escola, se chama Marcelo Gonçalves, presidente de honra da agremiação desde 2014. Marcelo, um jovem advogado, estatutário da CEDAE, começou a se apaixonar pelo samba ainda bem pequeno:

"- Meu pai me deu uma vitrola quando eu tinha uns 11 anos e um disco de samba com uma coletânea maravilhosa, foi amor à primeira vista." Disse Marcelo.

Mas Marcelo entrou definitivamente no mundo do samba em 2014, quando foi apresentado pelo seu amigo pessoal, Serginho Aguiar, há dirigentes da Unidos da Ponte:

"Eu fui apresentado pelo Serginho Aguiar ao Gustavo Barros, que me apresentou na época para o Sandro Avelar, grande benemérito da Ponte. Passamos à fazer parte de uma família e passei à ser presidente de honra da escola. A partir de então, começamos um trabalho muito sério e de responsabilidade, que começou com a presidência do Serginho Aguiar, importante demais naquele momento, esse trabalho foi aperfeiçoado pelo Gustavo Barros que presidiu a escola nos anos de 2016 e 2017, culminando com a eficaz administração do meu amigo Rosemberg Azevedo (Berg). A nossa união e nosso amor pela Unidos da Ponte, foram fundamentais para que chegássemos ao tão sonhado título e consequentemente levar nossa escola querida de volta à Sapucaí." Sintetizou Marcelo.

 

 

 

 

 

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