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Arame de Ricardo quer colher em 2019 o que vem plantando há alguns anos

08.02.2019

 Porta Bandeira Alana Couto ao lado de seu mestre sala Roberto Vinicius no desfile do Arame em 2016

 

 

Há alguns anos o Arame de Ricardo vem figurando como uma das grandes escolas do grupo B da Intendente Magalhães. Em 2017 chegou à bater na trave ficando apenas três décimos da campeã. E quem vem nessa evolução junto com a escola é a porta Bandeira Alana Couto, que desde o carnaval de 2016 faz par com o mestre sala Roberto Vinícius, devendo o pavilhão da escola azul e branca de Ricardo de Albuquerque. Ela conversou conosco e falou sobre esse período que está no Arame, confira:

 

EiS - Como surgiu a oportunidade de defender o pavilhão da escola?

Alana - Através de um convite feito pelo então vice presidente da escola, Julio Bombinha, que entrou em contato com o meu mestre sala, acreditou no nosso trabalho e nos deu todo apoio para fazermos o nosso melhor pela escola

 

EiS - Vocês pegaram a evolução da escola. O Arame deixou de ser uma escola que ia para a avenida brigando para não cair e passou a ser uma escola que figura entre as favoritas ao título. Na sua opinião, que tá faltando para que a escola consiga esse tão sonhado título?

Alana - A escola evoluiu muito nesses últimos anos. Começamos a alcançar posições de destaque, desfiles bem comentados pela crítica, formação de uma equipe profissional e muito empenhada em fazer o melhor pela escola. Acho que falta apenas o grande dia. No dia do desfile a escola pisará na avenida com muita garra e força de conquistar o título. Mostraremos que merecemos estar na Sapucaí.

 

EiS - Quem é sua referência de Porta Bandeira?

Alana - Tive algumas referências ao longo da formação da minha identidade na dança. A maior referência que poderia ter é a minha madrinha Vilma Nascimento. Sem dúvida é um grande exemplo a ser seguido.

 

EiS - Qual a sua escola de coração?

Alana - Acho que não é segredo pra ninguém, meu coração é verde e branco de Niterói, sou Cubango.

 

EiS - Para finalizar, nos conte o seu melhor e o seu pior momento no Arame.

Alana - O pior momento, sem dúvida, foi o carnaval de 2017 onde tivemos uma surpresa bem negativa com a fantasia do desfile e atrapalhou bastante a evolução. O melhor momento será o desfile desse ano, a escola está forte e determinada, estamos fazendo um bom trabalho e nos dedicando muito. O próximo carnaval vai superar todos os demais que fizemos até agora.

 

 

Vejam algumas fotos do casal de mestre sala e porta bandeira, desde a chegada ao Arame até sua última apresentação, que foi num inédito ensaio na quadra da Portela, casa de Jerônymo Patrocínio, que será o enredo do Arame esse ano.

 

 

 

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